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OS SEGREDOS DE BARNES!

CLAUDIA HORN

Instrutora na Master Mind Treinamentos de Alta Perfornance

“Eu uso folhas de plátano que caem no outono para marcar páginas de livros. Tenho várias espalhadas, e quando elas aparecem dentro de um livro é porque o texto é especial. E gosto de abrir livros que já li. É sempre uma surpresa agradável encontrar aquelas folhas de plátano”. O trecho é de um dos livros de Napoleon Hill, “Pense e enriqueça”, que aqui, gentilmente, parafraseio.


Conta a história que Edwin C. Barnes tinha um desejo. Penso que ele já saiu em vantagem, pois tinha um objetivo principal já bem definido: trabalhar “com” Thomas Edison, e não trabalhar “para” ele. Sim, “aquele” Thomas Edison, que dentre tantos projetos, invenções, inovações, foi o criador da lâmpada elétrica incandescente.

Quando esse desejo surgiu na mente de Barnes pela primeira vez, dois grandes desafios o separavam de seu intento: não conhecer Thomas Edison e não ter recursos sequer para uma passagem de trem para chegar a New Jersey, Estados Unidos, onde Edison mantinha seu laboratório.

O desejo de Barnes não era algo qualquer, ele sabia onde queria e poderia chegar. Tinha objetivos bem definidos. Convicto, viajou de carona em um trem de carga, chegando, finalmente, ao laboratório de Edison. Barnes, pôde, enfim, expor a Edison acerca de sua vontade de ser inventor.

Anos mais tarde, ao falar sobre o primeiro encontro que teve com Barnes, Edison afirmou: “Ele ficou parado diante de mim, parecendo um mendigo qualquer, mas havia algo em sua expressão que me deu a impressão de que ele estava determinado a conseguir aquilo que havia se proposto”.

Esse trecho do livro de Napoleon Hill é inspirador. Atrevo-me a dizer que o que impressionou Edison em relação a Barnes, além do objetivo bem definido, foi o brilho no olhar, tenho certeza! Não estava lá, certamente, mas posso imaginar. Quando arriscamos todo o nosso futuro em algo, quando nada nos impede de ir em frente, não há como não dar certo!

E não pense que para Barnes foi fácil. Trabalhou com salário baixo, e só fazia no laboratório o que era considerado de menor importância para Edison, mas de muita relevância para Barnes, que levou muito tempo para ser sócio do inventor.

Meses se passaram, e ele continuava com o seu objetivo sempre em mente, determinado a preparar-se, aprendendo, observando. Certamente jamais passou pela mente de Barnes questionar suas convicções, mudar de ideia.

“Vim para entrar no negócio com Edison e vou realizar esse objetivo”, pensava Barnes.

Barnes tornou-se sócio de Thomas Edison e uma das grandes fortunas dos Estados Unidos na época.

Ele viu seu desejo materializar-se gradativamente. Barnes tinha iniciativa, determinação, persistência, atitude e um desejo ardente. Mais do que isso, tinha um objetivo principal bem definido.

E se tivesse Barnes deixado todo esse desejo ardente ser vencido pelos desafios?

Não deixe seus sonhos, metas ou objetivos guardados, amarelados, secos e esquecidos, tal qual a folha de plátano dentro do meu livro. É preciso ação e brilho no olhar.



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